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Projeto Colapso - Rabbits AI Guilherme Coelho

Projeto Colapso - Rabbits AI Guilherme Coelho

Projeto Colapso, com Guilherme Coelho: dê direção à IA para ela não transformar seu vídeo num filme de objetos voadores. Confira no Site

R$ 69,70

O que você recebe

  • 24 aulas
  • 4 módulos organizados
  • Pagamento na hora pelo PIX
  • Acesso enviado por e‑mail
  • Compra sem cadastro

Módulos do Projeto Colapso - Rabbits AI Guilherme Coelho

Sua jornada de aprendizado

4 módulos 24 aulas
  1. 01 01. O Projeto Colapso 14 aulas
    • Bem Vindos - Não Pule
    • A Ordem das Criações - Cuide do Seu Dinheiro
    • Introdução ao Midjourney
    • Edição no Midjourney
    • Retexture no Midjourney
    • Consistência de Personagem no Midjourney
    • Introdução a Transição com Ia
    • Guia de Enquadramentos Rabbits
    • Introdução ao Higgsfield
    • Clonagem de Pessoas em Fotos - Soul
    • Guia de Nano Banana
    • Invideo + Nano Banana Pro
    • Cast Swap no Invideo
    • Seedance 2.0
  2. 02 02. Mixando IAS 6 aulas
    • Buscando a ultra realidade em imagens
    • Transições pt 1
    • Retexture em vídeo
    • Expand de proporção
    • Restauranto e animando Animes antigos
    • Projetinhos
  3. 03 03. Construção 1 aula
    • Timelapses de construção - Guia Completo
  4. 04 04. Hot Trends 3 aulas
    • Acesso antecipado SEEDANCE 2.0
    • OMNI - Substituição de objetos em vídeo
    • Freepik - Magnific + Youart + Peugeot

Sobre o Projeto Colapso 📜

Você já abriu uma ferramenta de inteligência artificial, descreveu uma cena e recebeu algo que parecia certo só de longe? No audiovisual, esse tipo de resultado pode virar mais trabalho: o rosto muda, a luz não combina ou o objeto parece flutuar. O Projeto Colapso, criado por Guilherme Coelho, parte justamente desse desafio. A proposta é usar IA na produção de imagens e vídeos sem deixar de lado o olhar de quem entende de edição, composição e narrativa. A ferramenta participa da criação, mas não toma as decisões por você.

O processo começa antes de gerar qualquer imagem. É preciso pensar no que a cena deve comunicar, no formato em que será exibida, no enquadramento, na iluminação e no movimento esperado. Uma peça vertical para redes sociais pede escolhas diferentes de um vídeo publicitário horizontal, assim como uma cena breve tem necessidades próprias em comparação com uma sequência mais longa. Esse planejamento funciona como a montagem de um cenário: se cada elemento tem seu lugar, fica mais fácil perceber o que falta antes de começar a gravar ou gerar.

Outro eixo importante é a criação de prompts, isto é, instruções em texto que explicam à ferramenta o que deve aparecer e como a cena deve ser apresentada. Em vez de pedir apenas “uma pessoa em uma rua”, você aprende a considerar ambiente, ação, câmera, luz e estilo visual. A ideia não é escrever um parágrafo interminável, mas escolher detalhes que realmente orientem o resultado. Referências visuais também entram nessa conversa, especialmente quando um personagem, produto ou figurino precisa manter uma aparência coerente de uma imagem para outra.

Como sair de uma imagem interessante para chegar a uma cena que funcione na edição? O diferencial está em conectar a geração à pós-produção, em vez de tratar cada ferramenta como um truque isolado. O material pode ser levado ao After Effects ou ao Premiere Pro, programas da Adobe usados para efeitos visuais e edição de vídeo, onde é possível ajustar camadas, recortes, cores e ritmo. O curso também aborda tracking 3D, ou rastreamento tridimensional, recurso que ajuda a posicionar elementos digitais de acordo com o movimento e a perspectiva de uma câmera real.

Esse fluxo permite avaliar o que vale aproveitar, o que precisa de correção e quando é melhor tentar outra geração. Uma cena pode ter um bom fundo, mas um detalhe deformado; nesse caso, talvez faça mais sentido corrigir uma parte do que descartar tudo. O conteúdo pode interessar a filmmakers, videomakers, editores, motion designers, profissionais de efeitos visuais, diretores de criação e produtores que trabalham com audiovisual. Também conversa com criadores de conteúdo que querem experimentar IA em campanhas, videoclipes, filmes curtos, redes sociais ou projetos de marca.

Resultado esperado com o Projeto Colapso ⚡

A promessa de apertar um botão e sair com um comercial pronto é simpática, mas lembra esperar que uma parede se pinte sozinha porque você comprou o rolo. O trabalho continua exigindo escolhas, revisão e acabamento. Com o Projeto Colapso, a proposta é ajudar você a entender como planejar uma geração, orientar imagem e movimento, reconhecer falhas e integrar o resultado ao fluxo audiovisual. A inteligência artificial pode acelerar algumas etapas, mas não elimina a necessidade de critério nem transforma toda tentativa em material pronto para cliente.

Na prática, você tende a organizar melhor os testes e a decidir com mais clareza qual recurso serve para cada necessidade. Se uma campanha exige manter o produto reconhecível, essa exigência precisa orientar as referências e a composição desde o início. Se a cena pede movimento, vale limitar a ação para evitar deformações. E, se o material já funciona em parte, você pode considerar ajustes de pós-produção antes de recomeçar. É um jeito mais consciente de trabalhar, parecido com revisar uma tomada antes de desmontar o cenário inteiro.

Um editor pode explorar a IA para criar uma extensão de ambiente e depois compor o resultado no After Effects. Um filmmaker pode preparar uma referência visual para discutir uma cena antes de filmá-la. Já um motion designer pode gerar objetos ou fundos e combiná-los com animação e elementos rastreados. Para uma agência, imagens e sequências podem servir como apoio na apresentação de um conceito. Em todos esses casos, o conteúdo pode ajudar a transformar testes dispersos em decisões ligadas ao projeto, ao formato de entrega e ao tipo de acabamento desejado.

O Projeto Colapso faz mais sentido se você já trabalha, ou quer trabalhar, com produção audiovisual e procura formas de incluir inteligência artificial sem abandonar os fundamentos da edição e da composição. A prática ainda será necessária, e cada ferramenta pode responder de maneira diferente ao mesmo pedido. Se você se reconhece nas tentativas que rendem bons detalhes, mas ainda não formam uma cena utilizável, vale considerar o curso com atenção e avaliar como seus temas se encaixam no tipo de trabalho que deseja realizar.

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