Curso de Figma - Felipe Santana
Curso de Figma, de Felipe Santana: transforme telas em protótipos navegáveis sem deixar os botões passeando sozinhos. Confira no Site
O que você recebe
- 93 aulas
- 12 módulos organizados
- Pagamento na hora pelo PIX
- Acesso enviado por e‑mail
- Compra sem cadastro
Módulos do Curso de Figma - Felipe Santana
Sua jornada de aprendizado
-
01 1. Bem-Vindos 4 aulas
-
02 10. Criando Ilustrações escaláveis 6 aulas
-
03 11. Criando uma Dashboard 10 aulas
-
04 12. Novidades no Figma #Config2023 7 aulas
-
05 2. Promoções & Downloads 1 aula
-
06 3. Introdução ao Figma 10 aulas
-
07 4. Preparando o Projeto 8 aulas
-
08 5. Criando o Design 16 aulas
-
09 6. Protótipo de Alta Fidelidade 5 aulas
-
10 7. Entregáveis ou Handoff 3 aulas
-
11 8. Conclusão & Certificado 2 aulas
-
12 9. Criando uma Landing Page Responsiva 21 aulas
Sobre o Curso de Figma 📜
Você abre o Figma para ajustar uma tela e, poucos minutos depois, já não sabe onde estão os elementos nem como organizar o projeto. Se isso soa familiar, aprender a ferramenta por etapas pode tornar o trabalho mais claro. O Curso de Figma, criado por Felipe Santana, parte da interface e das funções principais para chegar à criação de interfaces e protótipos. A proposta é praticar enquanto você aprende, como quem começa montando uma prateleira simples antes de encarar um armário cheio de peças.
Antes de desenhar, é preciso preparar o projeto. O curso aborda o planejamento das telas e a organização de componentes, para que você consiga encontrar e reutilizar elementos sem transformar o arquivo numa caça ao botão certo. Essa base faz diferença quando o trabalho cresce ou quando uma interface tem várias telas parecidas. É como deixar cada ferramenta no lugar antes de começar uma reforma: você ainda precisa executar o serviço, mas não perde tempo procurando o que acabou de usar.
Na etapa de criação, o conteúdo percorre o caminho do wireframe, isto é, um rascunho estrutural da tela, até uma interface finalizada. A ideia é entender como as partes se encaixam, em vez de apenas copiar um resultado visual. Esse processo pode ajudar você a tomar decisões melhores sobre a disposição dos elementos e a construir layouts digitais com mais intenção. Pense numa vitrine: primeiro você define o espaço e a ordem dos itens; depois escolhe como apresentá-los para que a composição faça sentido.
O que diferencia o aprendizado de apenas desenhar telas bonitas? A combinação entre organização, criação e prototipagem, que é transformar o layout em uma sequência navegável sem escrever código. Assim, você pode apresentar como uma interface funciona, não só como ela parece. O curso também passa por ilustrações vetoriais, imagens que podem ser redimensionadas sem perder definição, dashboards, ou painéis que reúnem informações, e landing pages responsivas, páginas que se adaptam a celular e computador. É como testar a disposição de um ambiente antes de receber visitas.
O conteúdo faz mais sentido para quem está começando ou já teve algum contato com design, mas ainda quer segurança para montar interfaces e apresentar projetos. Também pode interessar a desenvolvedores que desejam compreender melhor o trabalho de design e a profissionais de marketing que precisam criar layouts. Como o curso combina fundamentos e exercícios voltados à prática no Figma, tende a ser mais útil para quem quer aprender fazendo do que para quem já domina a ferramenta e procura aprofundamento em animações ou integrações avançadas.
Resultado esperado com o Curso de Figma ⚡
Aprender Figma não é apertar dois botões e ver um portfólio pronto surgir da tela, como se o computador tivesse decidido trabalhar enquanto você toma café. O ganho mais realista é construir familiaridade com o processo: preparar um projeto, organizar componentes, criar interfaces e transformar layouts em protótipos navegáveis. Com prática, essas etapas podem ficar menos confusas e mais fáceis de repetir, como cozinhar um prato novo até deixar de consultar cada instrução a cada minuto.
Esse repertório pode ajudar você a planejar melhor o trabalho e a apresentar ideias de forma mais concreta. Em vez de entregar apenas uma imagem, por exemplo, pode mostrar como as telas se conectam num protótipo. A organização dos componentes também tende a facilitar ajustes quando um elemento aparece em várias partes do projeto. Não significa que todo projeto ficará simples, mas você terá uma maneira mais estruturada de lidar com mudanças, como revisar uma planta antes de começar a pintar cada cômodo.
Para quem está começando em design, a prática pode servir de base para criar telas e peças para o portfólio. Um desenvolvedor pode usar o que aprender para entender a lógica das interfaces antes de implementá-las. Já alguém de marketing pode aplicar os conceitos na montagem de layouts e páginas responsivas para diferentes telas. Em cada caso, o ponto é aproximar o aprendizado de uma tarefa concreta, sem confundir conhecer a ferramenta com dominar todas as situações de trabalho.
Se você se reconhece entre quem quer sair de tentativas soltas e construir interfaces com mais método, vale considerar o Curso de Figma com atenção. O conteúdo reúne desde a familiarização com o programa até projetos de interface, prototipagem, dashboards e páginas responsivas, com Felipe Santana apresentando o método. Você pode avaliar se esse percurso combina com o que pretende praticar agora e seguir no seu ritmo, como quem monta um móvel conferindo as peças antes de apertar cada parafuso.
Você também pode gostar
TRIPULAÇAO LARANJA - GUI LIMA
Formação Artista AI - Aline Freitas
